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	<title>Nova Idade &#187; Reinvente-se</title>
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	<description>A revista da mulher da nova idade</description>
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		<title>Boba e confusa</title>
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		<pubDate>Sun, 22 May 2011 20:02:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reinvente-se]]></category>

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		<description><![CDATA[Há muitos e muitos anos, com 15 anos, recebi esse poema de um namoradinho da época, o que eu achei que era o grande, eterno e único amor da minha vida . Adolescente, boba e nada afeita a poesia, achei cafona e confuso. Mesmo assim, alguma coisa me disse que era importante. Este amor durou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/05/amor.jpg"></a><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/05/amor2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-776" title="amor2" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/05/amor2.jpg" alt="" width="172" height="140" /></a>Há muitos e muitos anos, com 15 anos, recebi esse poema de um namoradinho da época, o que eu achei que era o grande, eterno e único amor da minha vida . Adolescente, boba e nada afeita a poesia, achei cafona e confuso. Mesmo assim, alguma coisa me disse que era importante. Este amor durou bastante para quem tinha só 15 anos, mas não foi eterno, e graças a Deus não foi o único. Mas guardei o bilhete, e quase um milhão de anos depois, a ficha caiu no significado das palavras e do sentimento. Me bateu uma nostalgia&#8230; Onde será que anda o jovem poeta adolescente?</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Janela do amor imperfeito, de Thiago de Mello.</strong></p>
<p>Alta esquina no céu, tua janela<br />
surge na sombra e a sombra faz dourada.<br />
Já não me sinto só defronte dela,<br />
me chega doce o fel da madrugada.</p>
<p>Atrás dela te estendes alva e em sonho<br />
me levas desamado sem saber<br />
que mais amor te invento e que te ponho<br />
sobre o corpo um lençol de amanhecer.</p>
<p>Doce é saber que dormes leve e pura,<br />
depois da dura e fatigante lida<br />
que a vida já te deu. Mas é doçura</p>
<p>que sabe a sal no mar azul do peito<br />
onde o amor sofre a pena malferida<br />
de ser tão grande e ser tão imperfeito.</p>
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		<title>Um minuto de silêncio</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 17:10:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reinvente-se]]></category>

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		<description><![CDATA[“Nossa Karine está morta. Como vamos viver sem nossa princesa?”&#8230; chorava a mãe, que acabava de saber da morte da filha.
Estava escrevendo para esta seção este mês, quando aconteceu a chacina da escola em Realengo no Rio de Janeiro. Fiquei sem fala.
Tiroteio em colégio? Columbine? Nós, brasileiros, já estamos tristemente aprendendo a conviver com um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/luto.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-665" title="42-18171287" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/luto.jpg" alt="" width="173" height="230" /></a>“Nossa Karine está morta. Como vamos viver sem nossa princesa?”&#8230; chorava a mãe, que acabava de saber da morte da filha.<br />
Estava escrevendo para esta seção este mês, quando aconteceu a chacina da escola em Realengo no Rio de Janeiro. Fiquei sem fala.<br />
Tiroteio em colégio? Columbine? Nós, brasileiros, já estamos tristemente aprendendo a conviver com um modelo de violência: a dos marginais, traficantes, ladrões&#8230; bandidos em geral. Essa violência, a dos loucos, é novidade para nós. Até outro dia, era coisa de americano. Víamos de longe, com pena.<br />
Não importa se a tragédia é nossa ou importada. Em todos os casos, lá ou cá, vidas preciosas são perdidas, não só neste episódio. A violência leva crianças todos os dias.<br />
Proponho um minuto de silêncio pelas pelas vítimas da violência, pelas mães, avós, filhas, tias, primas, vizinhas, que ficaram sem suas crianças.</p>
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		<title>48 anos de Mafalda</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 13:08:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reinvente-se]]></category>

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		<description><![CDATA[Mafalda é uma criaturinha contestadora criada pelo cartunista argentino Quino em 1963. É portanto, uma mulher da Nova Idade.
Parabéns para todas nós, Mafalda!
Mãe: O que é isso?
Mafalda: Nada, só queria experimentar o que é sentir-me uma mulher sexy&#8230;
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/01/mafalda-401.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-549" title="mafalda 40" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/01/mafalda-401.jpg" alt="" width="100" height="120" /></a>Mafalda é uma criaturinha contestadora criada pelo cartunista argentino Quino em 1963. É portanto, uma mulher da Nova Idade.</p>
<p>Parabéns para todas nós, Mafalda!</p>
<p>Mãe: O que é isso?</p>
<p>Mafalda: Nada, só queria experimentar o que é sentir-me uma mulher sexy&#8230;<a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/01/sexy.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-544" title="sexy" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/01/sexy.jpg" alt="" width="341" height="400" /></a></p>
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		<title>Mulheres sem photoshop</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 21:58:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reinvente-se]]></category>

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		<description><![CDATA[Querida amiga, tenho uma novidade ótima para você!
Ganhamos um presente inspirador: A capa da Revista Claudia de agosto, da Editora Abril.
Uma revista feminina muito bacana, mas que até pouco tempo falava mais para mulheres em torno dos 30, anda descobrindo a mulher da Nova Idade. Há alguns meses  fez uma capa linda com a atriz [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2010/08/celebridades-luiza-brunet-making-of-08.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-392" title="celebridades-luiza-brunet-making-of-08" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2010/08/celebridades-luiza-brunet-making-of-08.jpg" alt="" width="175" height="250" /></a>Querida amiga, tenho uma novidade ótima para você!<br />
Ganhamos um presente inspirador: A capa da Revista Claudia de agosto, da Editora Abril.<br />
Uma revista feminina muito bacana, mas que até pouco tempo falava mais para mulheres em torno dos 30, anda descobrindo a mulher da Nova Idade. Há alguns meses  fez uma capa linda com a atriz Lília Cabral, de 53 anos. Algumas edições depois Malu Mader, de 43. E este mês, a capa é Luiza Brunet, linda em seus 48 anos, clicada pela fotógrafa Nana Moraes. O que é diferente desta vez? Luiza Brunet aparece totalmente sem retoques. Uma ruguinha embaixo dos olhos, que só vi depois de saber que a foto era a original e mesmo assim de lupa. Linda,  sem photoshop. Parece pouco? Pois é a primeira revista brasileira a publicar uma capa ao natural.<br />
Luiza Brunet é covardia, vocês dirão.   É verdade. Além de algo hereditário (o freezer de dormir dentro?) ela tem recursos para manter a beleza e a forma, com cuidados que a maioria de nós não tem condições de bancar. Mas dê uma olhada se ela não parece uma mulher feliz e realizada.  Talvez aí comece o segredo da beleza que sobrevive ao tempo.<br />
Me lembro de uma entrevista há anos atrás dada pelo então marido, Armando, quando consultado sobre o recém colocado silicone nos seios:  “Para mim, é como retocar um Botticelli”, ele respondeu. Ai meu Deus!<br />
O que nos passa despercebido é que, na correria de atender a um ideal de beleza da época em que vivemos, talvez também sejamos Botticellis. Temos maridos e namorados que não procuram uma Vênus na concha, mas uma mulher real, companheira de todas as horas. Nossos filhos não fazem questão nenhuma de perfeição, apenas de saúde e cabeça boa. Se perdemos lugar em alguma empresa para uma mocinha muito menos preparada, e daí? A empresa não era mesmo um bom lugar.<br />
Pare de passar photoshop no rosto, no corpo e na vida. Se olhe no espelho sem medo. Você vai ver as ruguinhas, e daí?  Se der desânimo, lembre: A Luiza Brunet também tem!</p>
<p>Revista Claudia – Editora Abril  -  <a href="http://www.claudia.com.br/">www.claudia.com.br</a><br />
Editora: Cynthia Greiner<br />
Fotos: Nana Moraes<br />
Nota: As fotos da capa e do making of são do site da revista na internet.</p>
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		<title>Cabelo em harmonia</title>
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		<pubDate>Thu, 14 Jan 2010 09:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reinvente-se]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Beto Galvão
Paro, fico quieto em silêncio latente sobre a pausa. No tempo, no período, no momento exato refletindo a hora do parar. Traço um paralelo sobre a musica, estética e beleza. Na necessidade absoluta sem exageros vejo o silêncio outra vez, pausa por entre as frases em  harmonia para a  forma . Cabelo-pele &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Beto Galvão</p>
<p>Paro, fico quieto em silêncio latente sobre a pausa. No tempo, no período, no momento exato refletindo a hora do parar. Traço um paralelo sobre a musica, estética e beleza. Na necessidade absoluta sem exageros vejo o silêncio outra vez, pausa por entre as frases em  harmonia para a  forma . Cabelo-pele &#8211; gente no limite.<br />
 <br />
. Será que o seu cabelo não está liso demais ?<br />
. ou ondulado demais ?<br />
. ou curto demais ?<br />
. ou longo demais ?<br />
. ou reto demais ?<br />
. ou em camada demais ?<br />
. ou cheio demais ?<br />
. ou vazio demais ?<br />
. ou claro demais ?<br />
. ou escuro demais ?<br />
. ou demais ?<br />
. ou&#8230;?<br />
 <br />
De mais a mais , ouvir a outra voz já seria um começo .Um amigo, um conselheiro, um profissional que com jeito e cuidado ajudasse na direção  da escolha sobre o olhar do cliente realçando o que ele tem de melhor e sem forjar  natureza . Respeitando, vendo beleza no simples, na  singular  delicadeza  do divino , sem hibris , compreendendo  o tempo e aceitando  suas mudanças essenciais e constantes para cada pessoa.<br />
Penso em Michael Jackson, aquele que, talvez por não ter ouvido uma outra voz, ou, quem sabe, por ter ouvido vozes demais, se transformou tanto a ponto de se tornar um ser hibrido, um tanto Michael, um tanto Diana, um tanto Black, um tanto white. Passou a ultima década de vida tendo que se explicar por tudo para todos, transformado em caricatura de si muito mais do que reconhecido pelo seu enorme talento.</p>
<p><em><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2010/01/beto-galvão2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-339" title="beto galvão2" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2010/01/beto-galvão2.jpg" alt="beto galvão2" width="387" height="245" /></a>Em um ambiente feminino, como a nossa revista, não podia faltar a palavra de um mago, aquele que tem nas mãos o talento de embelezar. Beto Galvão é cabeleireiro, membro da Oficina de Criação Werner, Embaixador da L&#8217;Oreal, Instrutor voluntário da Associação Criança Renascer, franqueado da loja Werner Le Monde, e responsável pelas transformações da revista.</em></p>
<p><em> </em></p>
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		<title>Somos todas baby boomers!</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 15:36:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reinvente-se]]></category>

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		<description><![CDATA[No Estados Unidos do pós-guerra, o novo começo trouxe um boom de gente ao planeta. Originalmente americana, as características dessa geração de paz se espalharam pelo mundo.
Nós, mulheres “baby boomers*”, somos metade do mundo ocidental, a primeira geração a crescer em frente à TV. Não fomos criadas só para casar: Somos a primeira geração estimulada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2009/10/danibebe2-peq.jpg"></a><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2009/10/danibebe2-peq.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-150" title="danibebe2 peq" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2009/10/danibebe2-peq.jpg" alt="danibebe2 peq" width="216" height="234" /></a>No Estados Unidos do pós-guerra, o novo começo trouxe um boom de gente ao planeta. Originalmente americana, as características dessa geração de paz se espalharam pelo mundo.<br />
Nós, mulheres “baby boomers*”, somos metade do mundo ocidental, a primeira geração a crescer em frente à TV. Não fomos criadas só para casar: Somos a primeira geração estimulada a se lançar no mercado profissional, conciliar casamento e carreira, desafiada a trabalhar e criar filhos em dupla jornada,  e ter sucesso em tudo. Nada de cadeira de balanço e tricô. Somos as feministas, as mães, as companheiras. Ao mesmo tempo, 24 horas por dia, 365 dias por ano, sem descanso. Tempo integral.<br />
Nascemos sem computador, sem DVD, sem blackberries e aprendemos. Hoje nos conectamos com o mundo. Lemos on line. Usamos blogs, redes sociais, comunidades virtuais. Estamos no google!<br />
Falamos sem pudor de sexo e de dinheiro. Fazemos sexo, ganhamos dinheiro. Gastamos dinheiro. Amamos comprar sapato, lingerie, produtos de beleza. Escolhemos companheiro sem limite de idade. Nossa felicidade depende só de nós.<br />
O tempo passa, mas não ficamos mais velhas: Somos a geração do botox e dos truques para preservar a juventude. Nós criamos a sociedade que exige vitalidade e modernidade, nós pagamos por ela. Nós, como os homens, sustentamos famílias, cuidamos de pais, de filhos, de companheiros. Somos a primeira geração de mulheres a morrer do coração, de stress, e de Aids. Estamos recasando, voltando ao mercado de trabalho e tendo filhos novamente, com a ajuda dos “milagres” criados por nossa geração. Traímos tanto quanto os homens, ou mais, quem sabe? Somos mais sutis e elegantes neste assunto. Descobrimos que casamento perfeito não existe, e que casamento infeliz não serve mais. Protestamos, procuramos desaparecidos, lutamos por nossos filhos e pelos de outras mulheres. Fazemos políticas, governamos países, criamos e seguimos regras e leis. Somos a voz do século XXI.</p>
<p>(*) geração nascida entre 46 e 64.</p>
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