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	<title>Nova Idade &#187; Nós</title>
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	<description>A revista da mulher da nova idade</description>
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		<title>Cynthia Greiner &#8211; Pilotando o Mundo de Claudia</title>
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		<pubDate>Sun, 22 May 2011 16:54:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sou leitora da Revista Claudia desde que me entendo por gente. A forma de abordar os assuntos inspirou a criação da Nova Idade e sempre gostei do modo como a revista fala com as leitoras como se fosse uma amiga.
Ao abrir a edição de Abril de 2010, me deparei com uma carta da nova diretora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sou leitora da Revista Claudia desde que me entendo por gente. A forma de abordar os assuntos inspirou a criação da Nova Idade e sempre gostei do modo como a revista fala com as leitoras como se fosse uma amiga.<br />
Ao abrir a edição de Abril de 2010, me deparei com uma carta da nova diretora de redação da revista, Cynthia Greiner. Fotografada ao lado do marido e do filho, linda de capa de revista, com elegância e simplicidade, Cynthia abriu  aquela edição e um pouquinho da sua vida pessoal, convidando as leitoras a compartilhar o mundo dela e de Claudia mais em linha direta. Entrei em contato, pensando (costuma acontecer com freqüência!): “ela vai receber milhares de e-mails, não vai responder”. Engano: Alguns dias depois, recebo uma resposta simpaticíssima, agradecendo os elogios. Se eu já era fã, agora mais: Desde que ela assumiu a editoria da revista, passamos a ver mais mulheres maduras na capa da revista. A primeira foi Lilia Cabral, e desde lá já vimos Malu Mader, Claudia Raia, Glória Pires&#8230; Cynthia, quebrando todos os paradigmas de como retratar a beleza madura, produziu uma capa com Luiza Brunet (48 anos), absolutamente sem retoques. Em outra edição, Cynthia entrevistou pessoalmente Dilma, nossa Presidente (ou presidenta?), que antes de tudo é mulher como nós. Cynthia põe a mão na massa.<br />
<a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/05/CynthiaGreinerDilmaRousseff_FotoCristianoMariz.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-738" title="CynthiaGreiner&amp;DilmaRousseff_FotoCristianoMariz" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/05/CynthiaGreinerDilmaRousseff_FotoCristianoMariz.jpg" alt="" width="448" height="309" /></a>Na carta da edição de abril de 2010, Cynthia se apresentava e contava que estava no meio de uma mudança, construindo seu novo lar com o mesmo amor que nós leitoras colocamos na casa que abriga nossos seres mais amados. Preocupada com a obra, ela comentava “a dor e a delícia: sonho de anos, pesadelo de meses”. Familiar? Pois é, mulher é assim: Trabalha, monta casa, cuida do filho, namora o marido, tudo ao mesmo tempo e bem.<br />
Paulista, jornalista, casada com Tom e mãe do Caio, de 15 anos, Cynthia trabalha com o universo feminino há mais de 20 anos. Na Editora Abril desde 2000, dirigiu revistas femininas como Boa Forma, Nova e Nova Beleza. Hoje dirige a Revista Claudia e seus “desdobramentos”: Claudia Bebê, Claudia Comida &amp; Bebida, Claudia Online, o maravilhoso Prêmio Claudia, os fóruns e as redes sociais.</p>
<p>“Assumir a Revista Claudia tem sido maravilhoso, um megadesafio e o ponto alto da minha carreira”, conta Cynthia. “CLAUDIA é, há 50 anos, a revista feminina mensal número 1 do Brasil, a mais vendida e mais influente, com uma circulação média no último ano de 430 mil exemplares e mais de 2 milhōes e 200 mil leitoras. Claudia tem orientado, motivado e apoiado a mulher brasileira em seus sonhos, suas necessidades e suas conquistas desde o seu lançamento, em outubro de 1961. E 2011 é um grande ano para a marca, que faz 50 anos. Para comemorar, lançamos o movimento &#8220;Ame sua vida&#8221;, um convite para que a mulher pare de empilhar tarefas e passe a fazer escolhas.” Cynthia conta como escolhem as capas e o conteúdo de cada edição: “Nossas capas são mulheres relevantes, belas por dentro e por fora. Nossas leitoras vão de 20 anos a 40+, e nossas capas também. Gloria Pires, Grazi, Patrícia Poeta, Angélica são exemplos de capas que nossas leitoras amam. Nossos artigos e reportagens refletem o interesse de nossas leitoras por autoconhecimento, causas, moda, beleza, sustentabilidade, viagens, etc&#8230;” A opção da capa da Luiza Brunet foi uma decisão de momento: “Quando recebi o ensaio de Luiza, e me deparei com aquela mulher naturalmente linda, pensei: as leitoras de CLAUDIA merecem este presente.”<br />
Dirigir um projeto como Claudia não é fácil. Mas Cynthia preserva seu momento de descanso com a família, agora já na casa nova e pronta (ficou linda! Veja na edição de abril de 2011, na matéria “Íntimo e Pessoal”), e em seu “refúgio” nas montanhas, para onde vai todo fim de semana jogar tênis e recuperar as energias.<br />
Cynthia termina a carta da edição de abril de 2010 fazendo um convite: “Claudia abre, em minha historia, uma nova página. Que só posso escrever a quatro mãos com você, topa?”</p>
<p><em>por Daniela Falcão</em></p>
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		<title>Nadja Sampaio: A defensora dos Direitos dos Consumidores</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Apr 2011 18:11:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não dá para falar de defesa dos direitos do consumidor sem citar Nadja Sampaio. Editora da Coluna Defesa do Consumidor do Jornal O Globo, Nadja há mais de 20 anos pilota uma das melhores – se não a melhor! &#8211; ferramentas não-jurídicas de garantia dos direitos dos consumidores brasileiros. São inúmeras as reclamações resolvidas pela coluna: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/nadjamotohome.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-624" title="nadjamotohome" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/nadjamotohome.jpg" alt="" width="302" height="704" /></a>Não dá para falar de defesa dos direitos do consumidor sem citar Nadja Sampaio. Editora da Coluna Defesa do Consumidor do Jornal O Globo, Nadja há mais de 20 anos pilota uma das melhores – se não a melhor! &#8211; ferramentas não-jurídicas de garantia dos direitos dos consumidores brasileiros. São inúmeras as reclamações resolvidas pela coluna: Nada como um puxão de orelha dado com seriedade e competência para &#8220;acordar&#8221; algumas empresas.<br />
Nadja é jornalista há 26 anos, com Pós-Graduação em Jornalismo na Universidade Estácio de Sá  e MBA de Varejo pelo IBMEC, tendo feito ainda cursos sobre Atendimento ao Cliente, Antropologia do Consumo, de Direito Internacional do Consumidor, entre outros. Como repórter, redatora e editora de house organs trabalhou em revistas (O Cruzeiro, Ilusão), assessorias de imprensa (Roche Medicamentos, Insight Assessoria de Imprensa, Souza Cruz, Secretaria de Assuntos Fundiários do Estado do Rio) e jornais (O Fluminense, Jornal do Commercio, O Globo). Recebeu os Prêmios Esso de Melhor Contribuição à Imprensa 2004, terceiro lugar na categoria Líder do Prêmio Boas Idéias de O Globo pela criação do banco de dados da Defesa do Consumidor e prêmios de Melhor Reportagem da Associação Brasileira de Teleserviços (ABT) em 2005 e 2006.<br />
Mas para quem pensa que Nadja é só trabalho, saiba que ela tem um lado bem aventureiro e desgarrado:  “Meu lado B está ligado às viagens.  Comecei acampando com meus pais. Quando casei, aos 19 anos, tentei manter a prática de acampar, mas fui vencida pelo desânimo do meu ex-marido. Casei de novo, voltei a acampar.  Continuei a fazer acampamento selvagem, mas com duas filhas, acabei desistindo. Nessa época, minha tia construiu para mim uma casinha em Teresópolis na Região Serrana do Rio, e passei  a viajar para um só destino. Minha terceira filha nem chegou a acampar quando criança.  O tempo passou, e quinze anos depois, consegui juntar dinheiro para alcançar um sonho: comprar um Motohome Safári. Eu não queria apenas um motor home, eu  queria uma Safári. E consegui comprar a melhor. A minha é a última da série a ser construída, em 1993. Uma relíquia! Com a minha Safári, que tem o codinome de Farofa,  fiz algumas grandes e muitas pequenas viagens. Na maior delas, em 2009, cheguei ao Ushuaia, na Argentina. Além dessa, viajei pela costa da Bahia e fui até a Chapada Diamantina. De outra vez, percorri o Sul, passando pelos cânios Itaibezinho e Fortaleza. Também aluguei um motor home na Alemanha e rodei pela Europa. Minha filha mais nova, agora com 23 anos, é a minha companhia mais assídua. Além dela, várias amigas e amigos. Nunca viajei com namorado, mas eu chego lá&#8230;   Como eu já vi que o que mais gosto é de viajar e acampar, mas com todo conforto,  estou construindo meu próximo sonho: vou montar um motor home em cima de um 4&#215;4 para rodar o mundo. Vou morar em campings e meu quintal será o mundo. Essa será, sem dúvida, minha melhor idade&#8230;”</p>
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		<title>Destemida aventureira: Ana Claudia Bacellar</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 11:23:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
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A destemida Ana Claudia Couto Bacellar não tem medo de desafios. Foi chamada de &#8220;louca&#8221; por um amigo que a incentivou a voar de paraglide e &#8220;aventureira&#8221; – sempre no bom sentido! – por um chefe, quando aceitou o desafio de viver em Angola.
Com sólida formação internacional, Ana Claudia não encontrou limites para seu espírito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small;"><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/01/anaclaudiabacellar.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-522" title="anaclaudiabacellar" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/01/anaclaudiabacellar.jpg" alt="" width="200" height="301" /></a></span></p>
<div><span style="font-size: small;"><span style="font-size: x-small;">A destemida Ana Claudia Couto Bacellar não tem medo de desafios. Foi chamada de &#8220;louca&#8221; por um amigo que a incentivou a voar de paraglide e &#8220;aventureira&#8221; – sempre no bom sentido! – por um chefe, quando aceitou o desafio de viver em Angola.</p>
<p>Com sólida formação internacional, Ana Claudia não encontrou limites para seu espírito empreendedor. &#8220;Já na faculdade me apaixonei por marketing. Estudei na Cavendish College (Londres) onde me especializei em Marketing, Propaganda e Relações Públicas. Fiz um curso na Florida Internacional University (Marketing) e meu mestrado na George Washington University em Gerenciamento de Projetos.&#8221;</p>
<p>&#8220;A aventura maior de minha vida, além de ter enfrentado um tumor no coração e ter sobrevivido, foi me mudar para a África, onde hoje moro. Assumi a diretoria de marketing de uma empresa <em>startup</em> em telefonia fixa em Angola. Este é　o meu terceiro <em>startup</em>. Angola é um país em crescimento, cuja economia cresce a 2 dígitos há anos. Sua maior fonte de riqueza　 é o Petróleo (95% do PIB) mas carece de bons profissionais. Meu tesão é fazer parte do grupo de pessoas que hoje ajuda na reconstrução do país. Imprimir uma nova cultura e ajudar no crescimento de um país é para mim um desafio fascinante. As dificuldades são enormes. Inimagináveis. Mas estou celebrando esta oportunidade que Deus me deu. E procuro motivar meus colegas. Nossa missão é transformar a empresa em um referencial em Angola. Eu acredito e trabalho para isto.&#8221;</p>
<p>Os desafios não pararam por aí. Quando fizemos este perfil, ela estava em Brasília, se recuperando das complicações de uma cirurgia realizada em Luanda. Tive hoje notícias dela: Com a saúde perfeita, já está de volta a Angola, a todo vapor, com a tenacidade e entusiasmo que parecem ser característica desta destemida aventureira.</p>
<p></span><span style="color: #365a76; font-size: x-small;"><span style="color: #365a76; font-size: x-small;">　</p>
<p></span></span></span></div>
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		<title>Jane Peralta &#8211; Exemplo de superação</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 19:36:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em 1981, Jane Peralta, então com 13 anos, saiu de casa em sua moto para o trabalho sem saber que sua vida ia mudar para sempre. Na esquina, cumprimentou um casal de conhecidos que também saía de casa, e na esquina seguinte, colidiu violentamente com um carro. “Não vi nada e não me lembro da cena do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_359" class="wp-caption alignleft" style="width: 286px"><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2010/08/janeperalta.jpg"><img class="size-full wp-image-359" title="janeperalta" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2010/08/janeperalta.jpg" alt="" width="276" height="227" /></a><p class="wp-caption-text">Jane e Flavio Peralta</p></div>
<p>Em 1981, Jane Peralta, então com 13 anos, saiu de casa em sua moto para o trabalho sem saber que sua vida ia mudar para sempre. Na esquina, cumprimentou um casal de conhecidos que também saía de casa, e na esquina seguinte, colidiu violentamente com um carro. “Não vi nada e não me lembro da cena do acidente. Bati justamente naquele vizinho que eu havia cumprimentado minutos antes. O farol do carro se quebrou e estraçalhou minha perna direita, abaixo do joelho. Um passante me colocou dentro do carro e me levou para um hospital.”<br />
Jane chegou ao hospital em estado de choque. Os médicos alertaram seus pais para a gravidade da situação, e para a possibilidade de que ela perdesse a perna. A jornada de recuperação foi longa e penosa, cheia de curativos, cirurgias e sofrimento. “Após alguns meses eu caminhava, mas havia ficado com um pé caído, 83 pontos na perna e uma vida a ser vivida. Só me restava usar tênis e me preparar para uma adolescência cheia de desafios.” No mesmo ano, Jane começou a buscar outras possibilidades. Mais cirurgias, tratamentos e muito otimismo. “Ali eu percebi que eu ainda poderia viver muitas coisas boas. Aliás, eu sempre tive uma visão positiva de tudo isso, não iria me deixar abalar por um pé caído. Afinal, sobrou a perna! Às vezes me perguntam qual é a minha deficiência. Eu mesma demorei a entender que era uma pessoa portadora de deficiência, já que me faltava uma parte do corpo. Meu acidente aconteceu em 1981, e eu só fui usar o caixa especial para deficientes em 1993. Mesmo com essa limitação sempre saí com amigos, namorei , entrei na faculdade, consegui vários empregos, me casei com um homem maravilhoso e me tornei mãe. Portanto, a limitação verdadeira não está no corpo, mas em nossa cabeça e em nosso coração.”<br />
Jane é assistente social, casada com Flávio Peralta, amputado dos braços. Ambos são diretores e administradores do site <a href="http://www.amputadosvencedores.com.br/">www.amputadosvencedores.com.br</a>, têm um filho e vivem em Londrina, no Paraná.</p>
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		<title>Sâmia Maluf &#8211; a empresária de olho no futuro, resgatando valores do passado</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 21:58:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A aromaterapeuta e aromatóloga Sâmia Maluf, proprietária da By Samia Aromaterapia, abriu sua empresa há nove anos, mas tem uma longa trajetória como empresária em outros setores.  Foi modelo de sucesso, com uma sólida carreira no Brasil e no exterior. “Era uma forma de ganhar dinheiro, queria usar a beleza como meio de atingir e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_250" class="wp-caption alignleft" style="width: 189px"><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2010/01/samiamaluf.jpg"><img class="size-full wp-image-250" title="samiamaluf" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2010/01/samiamaluf.jpg" alt="Sâmia Maluf" width="179" height="137" /></a><p class="wp-caption-text">Sâmia Maluf</p></div>
<p>A aromaterapeuta e aromatóloga Sâmia Maluf, proprietária da By Samia Aromaterapia, abriu sua empresa há nove anos, mas tem uma longa trajetória como empresária em outros setores.  Foi modelo de sucesso, com uma sólida carreira no Brasil e no exterior. “Era uma forma de ganhar dinheiro, queria usar a beleza como meio de atingir e difundir a saúde e a disciplina.”<br />
Curiosa e atenta aos novos tempos, Sâmia sempre valorizou sua história familiar e procurou aprofundar conhecimentos e experiências com base nesse passado. Teve sua primeira filha com apenas 20 anos, mas ainda conseguia conciliar a vida de mãe com a de modelo. Algum tempo depois, cursando psicologia e com vontade de ter mais filhos, montou uma loja de moda infantil que dirigiu por um ano. Logo depois, montava seu segundo negócio, uma confecção de jeans – a conhecida Oshkosh – que conduziu com sucesso por cinco anos. “Nesse meio tempo não havia largado a carreira de modelo, conciliava as duas coisas, mais a faculdade, duas filhas e um terceiro a caminho. Meu marido era da área têxtil e me ajudou muito. Meu objetivo era chegar aos 40 anos com a vida definida, pessoal e profissionalmente”, conta. Nessa época resolveu largar tudo e trabalhar só com a psicologia. “Fascinada por perfumes, havia usado óleos aromáticos nas gestações e queria elaborar tratamentos à base de aromas, novidade na época. Sempre respeitei a alopatia, mas percebi que a indústria farmacêutica havia desvirtuado suas origens, baseadas na natureza”. Passou a pesquisar sobre óleos essenciais já empregados em terapias em outros países. Viajou para Japão, Indonésia, Tailândia, Singapura e Estados Unidos, onde conheceu pessoalmente o Instituto Smell and Taste Research (Pesquisas de Aromas e Sabores), de Chicago. Passou a experimentar informalmente em seus estudos, fazendo massagens com óleos aromáticos em pessoas da família e amigos. <a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pop_oe.jpg"><img class="size-full wp-image-251 alignright" title="pop_oe" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2010/01/pop_oe.jpg" alt="pop_oe" width="147" height="196" /></a>Precisava, porém, provar suas teorias a médicos e cientistas, e por isso especializou-se na área. Em 1999, resolveu abrir um negócio de aromaterapia. Primeiro, em uma sociedade que durou seis meses. A seguir, cercada de pessoas que conhece há 30 anos, abriu a empresa com seu nome, a By Samia Aromaterapia, que ao final do ano 2000 já se firmava no mercado. “Sempre fui workaholic e, enfim, arranjei uma forma de canalizar essa energia para algo que me dá prazer e faz bem, a mim e aos outros”, revela.<br />
Embora seja uma pequena empresa – com cerca de vinte funcionários, a By Samia segue os procedimentos previstos pela ISO 9001 e já implantou um Programa de Qualidade, auxiliada pelas filhas, pelo marido e pelo genro.  “Missão, crença e valores são nossa filosofia. Tenho funcionários que entraram adolescentes, fizeram faculdade e pós-graduação e criaram sua família. Procuro subsidiar seus cursos superiores, de preferência relacionados com a área. É uma forma de envolvê-los e comprometê-los ainda mais com a empresa, profissional e emocionalmente. Prefiro que a By Samia continue pequena, para que os funcionários não percam uma série de incentivos e benefícios, e que o caráter humano seja mantido”, conclui.</p>
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		<title>Mulher do mês: Cristina Franco, diretora da Bit Company</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 16:08:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cristina Franco tem 46 anos e é sócia diretora da Bit Company, que faz parte do Grupo NovaRede, operadora de empresas franqueadoras. A Bit Company possui atualmente 140 escolas franqueadas no Brasil e unidades em Angola e Portugal. “Sou totalmente “umbigo no balcão”, conta Cristina. “Participo do dia a dia da empresa, respeito os profissionais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Foto-Cris-peq2.jpg"><img class="size-full wp-image-123 alignleft" title="Foto Cris peq" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Foto-Cris-peq2.jpg" alt="Foto Cris peq" width="125" height="187" /></a>Cristina Franco tem 46 anos e é sócia diretora da Bit Company, que faz parte do Grupo NovaRede, operadora de empresas franqueadoras. A Bit Company possui atualmente 140 escolas franqueadas no Brasil e unidades em Angola e Portugal. “Sou totalmente “umbigo no balcão”, conta Cristina. “Participo do dia a dia da empresa, respeito os profissionais que aqui trabalham  e tenho o respeito de minha equipe também. Minha dedicação ao Grupo Novarede  é total, e extremamente prazerosa.”</p>
<p>Cristina se divide nos papéis de empresária, mãe e esposa, e não abre mão dos momentos de lazer. Um desafio foi superado: a organização do tempo. “Hoje corro todas as manhãs, sempre acompanhada por um personal trainer. Também cuido de minhas plantas e gosto de cozinhar. Não é raro que minha mesa tenha amigos reunidos em volta de uma fumegante  paella. Ou, ainda, que as noites sejam premiadas com uma deliciosa comidinha preparada no fogão à lenha. Sou casada pela segunda vez e ainda encontramos tempo para atividades como teatro, cinema, viagens e muito mais.”<br />
Seu único filho, Guilherme, de 24 anos, trabalha na empresa. “Procuro passar ao meu filho a experiência e valores  que permeiam a empresa, que incluem o respeito pela cadeia que o cerca  e comprometimento com as metas traçadas para o Grupo.”<br />
“Sei que ainda tenho um longo caminho a percorrer”, diz Cristina. “E gosto da perspectiva de ainda ter muitos desafios pela frente”.</p>
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