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	<title>Nova Idade &#187; Comportamento</title>
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	<description>A revista da mulher da nova idade</description>
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		<title>Vício em email, uma síndrome moderna</title>
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		<pubDate>Sun, 22 May 2011 19:07:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você é daquelas que fica aflita quando não consegue ver seus e-mails? Você baixa e-mails no celular a qualquer hora do dia? Quanto tempo você passa respondendo e-mails por semana?
É feio não responder emails. Concordo. As relações estão cada vez mais “internéticas” o que as faz mais rápidas e eficientes. E muito mais baratas do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/05/email.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-761" title="email" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/05/email.jpg" alt="" width="300" height="389" /></a>Você é daquelas que fica aflita quando não consegue ver seus e-mails? Você baixa e-mails no celular a qualquer hora do dia? Quanto tempo você passa respondendo e-mails por semana?<br />
É feio não responder emails. Concordo. As relações estão cada vez mais “internéticas” o que as faz mais rápidas e eficientes. E muito mais baratas do que as ligações telefônicas. Sendo ferramenta de trabalho, é de bom tom verificar a caixa de e-mails e responder as mensagens. Só não precisa e não deve virar uma obsessão, ocupando horas do seu dia e roubando tempo de outras atividades.<br />
“Todo mundo me alertava mas só percebi que era “escrava”dos e-mails quando viajei de férias e não conseguia baixar as mensagens pelo celular” conta Paula Sorensi, organizadora de eventos. “Fiquei numa angústia terrível, mesmo sabendo que estava tudo organizado no escritório”.<br />
“Gasto aproximadamente duas horas abrindo e respondendo e-mails todo dia. No final da semana, na soma, deu um dia inteiro de trabalho”, conta Luciana Barros, advogada. “Me dei conta de que quando não existia internet, meu dia rendia muito mais!”.<br />
“Fico muito irritada se não respondem meus e-mails no mesmo dia. Se eu respondo tudo de imediato, por que não podem fazer igual?”, cobra Ana*, secretária.</p>
<p>Para “domar” sua caixa de e-mails e preservar sua sanidade, tente aplicar estas dicas:<br />
1. Dê uma paradinha e analise quanto tempo você está gastando com sua caixa de emails. Aplique a regra dos 5 minutos. Em 5 minutos, dê uma olhada rápida e separe o que é realmente urgente do que pde ser respondido depois. Delete de uma vez o que é spam ou lixo. Depois, defina um tempo para responder, mas de 20/30 minutos com certeza vai roubar do seu dia tempo de outras tarefas.<br />
2. Truque de “Viciado”: se você fica aneruvosa de ver os e0pmails entrando, tabalhe com o programa fechado. Defina com antecedência os horários de abertura, e siga á risca.<br />
2. E-mail é para ser “curto e grosso”. Se o assunto for longo, considere um contato por telefone.<br />
3. Para e-mail de trabalho, verifique duas vezes por dia. A caixa pessoal, uma vez por dia é mais que suficiente.<br />
4. Nem todo mundo responde emails, é verdade. Tem gente até que simplesmente não responde. Em vez de ficar aborrecido, se for importante, ligue para verificar se a pessoa recebeu. Lembre que a vantagem do email é justamente não ser invasivo. Você envia a hora que quiser, o recebedor abre a hora que puder.<br />
5. Ao contrário do que se pensa, o melhor horário para enviar e-mail é no meio do dia. Não engarrafa com as mensagens da manhã, e dá tempo ao recebedor de responder no meio do dia, se for necessário.<br />
6. Vai sair de férias e ficar longe do computador? Os programas de e-mail permitem programar uma mensagem de ausência. “Estou ausente de &#8230; até&#8230;. Em caso de urgência, fale com &#8230;” Simples!<br />
7. “Febre” na internet, as correntes são de mau gosto, e as mais pesadas falta de simancol. Se você acha alguma coisa interessante, mande apenas para contatos próxinmos, que você sabe que vão apreciar. Não saia mandando para todo o seu cadastro de endereços eletrônicos, muito menos com a lista de destinatários aberta. Nada vai te acontecer se você interromper uma corrente, eu juro!</p>
<p>E-mail é maravilhoso, uma ferramenta moderna, prática e muito útil. Só não pode virar o centro da vida, nem pessoal, nem profissional. Para os clientes, chefes e colegas de trabalho, marque reuniões “ao vivo”, também sempre  rápidas e objetivas. E para os amigos&#8230; marque um chopp, um bom bate papo, que ninguém é de ferro!</p>
<p><em>Por Daniela Falcão</em></p>
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		<title>Identidade visual: Mulheres de tatoo</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Apr 2011 16:59:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já pensou em ter uma tatuagem? Já tem uma? Várias?
A tatuagem ou dermopigmentação (&#8220;dermo&#8221; = pele / &#8220;pigmentação&#8221; ato de pigmentar, ou colorir) é uma das formas de modificação do corpo mais conhecidas e cultuadas do mundo. Tecnicamente, é uma aplicação subcutânea obtida através da introdução de pigmentos coloridos por agulhas, que vibram e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp"><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/liacalheiros2.jpg"></a><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/liacalheiros2.jpg"></a>Você já pensou em ter uma tatuagem? Já tem uma? Várias?<br />
A tatuagem ou dermopigmentação (&#8220;dermo&#8221; = pele / &#8220;pigmentação&#8221; ato de pigmentar, ou colorir) é uma das formas de modificação do corpo mais conhecidas e cultuadas do mundo. Tecnicamente, é uma aplicação subcutânea obtida através da introdução de pigmentos coloridos por agulhas, que vibram e furam a pele até 150 vezes por segundo, criando o desenho logo abaixo da camada superficial da pele.<br />
É uma arte milenar, comum a muitas culturas ao redor do mundo. Há mais de 3.500 anos a tatuagem existe como forma de expressão da personalidade ou de identificação de indivíduos de uma mesma tribo ou grupo. Marinheiros faziam tatuagens para trazer sorte na viagem, e inúmeras culturas consideram as tatuagens marcas religiosas e de hierarquia dentro da tribo. Na era moderna, a tatuagem passou por tempos de marginalidade. Grupos fora da lei, como a Yakuza japonesa e gangs usam as tatuagens como forma de inserir e identificar pessoas em seu meio. Muito mais aceita hoje em dia, o tatuado ainda enfrenta preconceito, principalmente em alguns ambientes profissionais.<br />
Hoje em dia não é raro ver pessoas com mais de 40 anos fazendo sua primeira tatuagem. Nesta fase, já não fazem por rebeldia, como os mais novos de antigamente, e sim por querer expressar um lado mais jovem, irreverente, moderno e “cabeça aberta”. Com mais consciência das implicações e conseqüências, raramente se arrependem, como muitos jovens.<br />
<a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/liacalheiros2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-608" title="liacalheiros2" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/liacalheiros2-300x224.jpg" alt="" width="270" height="202" /></a>Lia Calheiros tem 42 anos e é tatuadora da Banzai Tatoo, no Rio de Janeiro. “Apesar de ser mais comum nos jovens, tatuagem é uma decisão para maturidade” diz Lia. “É quando a pessoa já sabe o que vai fazer da vida, pessoal e profissionalmente, e se a tatuagem se encaixa neste estilo de vida. O número de mulheres tatuadas, principalmente as mais maduras, aumentou muito nos últimos anos. Elas vêm ao estudio, discutem o desenho, pensam, fazem a primeira &#8211; pequena - depois mais uma, mais uma&#8230;. Tive uma cliente que começou a fazer tatuagens aos 38 anos. Aos 42, já com 11 tatuagens, decidiu que o trabalho estava completo”.<br />
Reni Veneri , de Curitiba, tem 46 anos, é viúva e tem um casal de filhos, de 19 e 21 anos: “Sou de família evangélica, daquelas que tudo é pecado. Mas sempre fui rebelde. Sempre achei lindo homem de brinco, tatoo e por aí afora”, conta Reni. Os filhos aderiram: “Aos quinze anos minha filha colocou um piercing na língua e  meu filho fez a primeira tatoo. Hoje ele tem mais cinco pelo corpo. Aos 45 anos resolvi fazer a minha. Não foi por rebeldia, nesta idade nem faria sentido. Pesquisei muito, pois já tinha em mente uma bruxa. O tatuador me ajudou a achar uma parecida com o que eu queria, e com alguns ajustes ela ficou perfeita. Minha mãe ficou uma fera, mas meus filhos aprovaram. Os amigos acham muito legal também e eu, é claro, amei. Agora procuro um castelo para fazer ao fundo. Mas não pode ser sombrio, precisa ser alegre como a minha bruxinha”.<a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/reniveneri.jpg"></a><br />
Patricia Luzes é de São Paulo e advogada. E conta: “a minha única tatuagem visível (três estrelas no pulso) não atrapalha em nada a minha vida profissional. Conscientemente optei por fazê-la pequena e discreta. As outras duas, maiores e coloridas, ficam totalmente escondidas pela roupa. Tenho muitos colegas de trabalho &#8211; homens e mulheres – que possuem tatuagens. E não por coincidência, apesar de advogados, profissão considerada “careta”, são pessoas modernas, descoladas e jovens, independente da idade. Tatuagem não combina com gente tradicional e antiquada.”<br />
Sheila tem 41 anos, é analista de recursos humanos no Rio de Janeiro e sempre gostou de tatuagens. “Na adolescência, os pais ainda criticam muito, o que não acontece quando você vai ficando mais madura. Por isso demorei um pouco, só fiz depois dos 30 anos. Tenho duas tatuagens nas costas: uma próxima ao pescoço e a outra mais embaixo, todas visíveis caso a roupa não seja muito fechada. São borboletas: Amo borboletas e acho que combinam com minha filosofia de vida. No trabalho não há restrições. Mas na maioria das vezes, prefiro cobrir para preservar minha imagem profissional”.<a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/tatuagens.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-609" title="tatuagens" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/tatuagens.jpg" alt="" width="209" height="448" /></a><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/04/sheilatatoo.jpg"></a><br />
Borboletas, bruxas, flores, tribais&#8230; Decidiu fazer uma?</div>
<div class="mceTemp">Pesquise com cuidado o tatuador. É, em princípio, para o resto da vida, por isso precisa ficar maravilhosamente bem executada. E escolha um tatuador que siga todas as regras de higiene.<br />
Uma tatuagem bem feita não é barata. Os melhores profissionais são caros mesmo. Melhor juntar para fazer em um lugar legal, do que fazer “economia porca” e ficar com uma tatuagem mal acabada.<br />
Pense com calma no desenho, e o que você quer representar com ele. Pesquise na internet e nos catálogos. Peça sugestão ao tatuador. Lia Calheiros explica: “Eu não interfiro de forma nenhuma na escolha do desenho. Prefiro que o cliente venha com uma idéia, foto da internet, esboço, e eu ajudo a melhorar a idéia e o desenho. Mas a idéia inicial precisa ter sido dele, para não haver arrependimento depois”.<br />
Sem mentira: Dói mesmo. Depois, arde um pouco e coça até cicatrizar. Esteja preparada e peça orientações sobre os lugares menos sensíveis.<br />
Cuide da tatuagem conforme as instruções. Dá uma certa preguiça, mas é fundamental para a boa cicatrização e para a fixação da cor do desenho.<br />
Algumas profissões restringem, e algumas pessoas têm preconceito. Na dúvida, faça em um lugar fácil de esconder com a roupa, se necessário.<br />
Alguns tatuadores costumam desaconselhar nomes, principalmente se forem de maridos ou namorados. Estas opções são que mais geram arrependimento, e são, disparado, as mais removidas, seguidas pelas feitas de forma amadora.<br />
Se arrependeu? Não é o fim do mundo. Mas as técnicas de retirada ainda não garantem resultado perfeito, além serem tratamentos longos e caros (em alguns casos até dez, doze seções). Por isso, o melhor é pensar com calma, e só fazer se estiver tranqüila e decidida. Nunca é tarde para ter uma linda tatuagem.</div>
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		<title>Cougar: A mulher do futuro</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 10:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Está pensando em namorar um homem mais jovem? Então faça o teste:
Você vai ficar preocupada se ele vai comparar você fisicamente com mulheres mais novas?
Você tem problemas com sair com um homem que ganha menos que você? Que viveu menos coisas que você?
Você se preocupa com se alguém vai perguntar se ele é seu filho?
Você [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/01/ashton-and-demi-moore.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-499" title="ashton-and-demi-moore" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2011/01/ashton-and-demi-moore.jpg" alt="" width="232" height="173" /></a>Está pensando em namorar um homem mais jovem? Então faça o teste:</p>
<p>Você vai ficar preocupada se ele vai comparar você fisicamente com mulheres mais novas?</p>
<p>Você tem problemas com sair com um homem que ganha menos que você? Que viveu menos coisas que você?</p>
<p>Você se preocupa com se alguém vai perguntar se ele é seu filho?</p>
<p>Você fica desesperada pensando &#8220;e quando ele quiser filhos?&#8221;.</p>
<p>Se você respondeu &#8220;sim&#8221; à estas perguntas, não está preparada para ter um relacionamento com homens mais jovens.</p>
<p>Porque estas coisas acontecem! Por uma questão de idade, você tem mais vivência, provavelmente é mais bem sucedida profissionalmente, e ganha mais. Em algum momento um incauto vai dizer &#8220;que rapagão, hein? É a sua cara!&#8221;. E se você, que já está caminhando para a menopausa, pensar em ter uma relação a longo prazo, é natural que se preocupe com os objetivos e anseios de vida dele.</p>
<p>Apesar disso, encontrar um equilíbrio e viver uma relação feliz não é complicado.</p>
<p>Para desmistificar o assunto:</p>
<p><strong>Mito 1:</strong> As mulheres mais velhas estão &#8220;caçando&#8221;:</p>
<p>Mentira. Para começar, as &#8220;cougars&#8221; são da geração de mulheres que preferem ser conquistadas. Enquanto as meninas mais novas avançam sem pudor, as mulheres mais velhas têm a &#8220;manha&#8221; de fazer o homem pensar que ele é que está seduzindo, tomando a iniciativa da conquista.</p>
<p><strong>Mito 2:</strong> As mulheres mais velhas não buscam relacionamentos duradouros.</p>
<p>Como assim? Está no DNA feminino querer viver em par, em qualquer idade. A diferença é que as mulheres mais velhas já tiveram relações anteriores, já sabem o que deu certo e errado, então testam antes de embarcar no &#8220;para sempre&#8221;. Enquanto isso, conhecem pessoas e se divertem, sem falsas expectativas.</p>
<p><strong>Mito 3:</strong> As mulheres mais velhas querem adotar um &#8220;filho&#8221;:</p>
<p>As mulheres são maternais por natureza. Em casais de qualquer combinação de idade você verá a mulher mandando o homem colocar o casaco ou tomar o remédio. Fora isso, as mulheres mais velhas não buscam um parceiro infantilizado, imaturo e dependente, que ela tenha que cuidar e educar. A busca é por um homem de cabeça mais aberta, menos sobrecarregado pelos problemas do dia a dia, e mais capaz de relaxar e se divertir.</p>
<p><strong>Mito 4:</strong> As cougars querem qualquer garotão sarado que aparecer.</p>
<p>Muito pelo contrário! As mulheres mais velhas são extremamente seletivas, e idade não é o único parâmetro de escolha. O bom humor e a leveza contam muito, por exemplo.</p>
<p><strong>Mito 5:</strong> Toda cougar sustenta o namorado, e o faz subir na vida.</p>
<p>É natural que a pessoa mais velha, em qualquer casal, tenha alcançado mais sucesso profissional e estabilidade financeira. Mas nos casais convencionais, o homem pagar as saídas e eventualmente quando casa sustentar a mulher, é visto com mais naturalidade pela sociedade. A mulher com uma situação financeira melhor que quer manter seu padrão de vida e compartilhar com o parceiro ainda é vista como &#8220;a mulher mais velha que banca o gigolô&#8221;.</p>
<p><strong>Mito 6:</strong> Estas relações são coisa muito recente, moderna.</p>
<p>Relações deste tipo sempre existiram ao longo da história. A Czarina Catarina II, a Grande (1729-1796), foi famosa pelos casos que manteve com seus cortesãos, sempre bem mais jovens. Mesmo assim, foi considerada pelo povo como uma monarca exemplar.</p>
<p><strong>Mito 7:</strong> Toda cougar é &#8220;pedófila&#8221;.</p>
<p>Mais jovem não significa &#8220;menor de idade&#8221;. Uma mulher de 50 pode se relacionar com um homem de 30. Terão 20 anos de diferença, e ainda assim o homem será adulto, provavelmente já formado e estabelecido na vida, com a sua própria cota de experiências.</p>
<p><strong>Mito 8:</strong> A cougar sempre domina o parceiro.</p>
<p>Relações perfeitamente equilibradas, isso sim é um mito. Em todas há uma distribuição de poder mesmo que sutil, e de papéis &#8220;dominado-dominador&#8221;. É natural que em uma relação entre uma pessoa mais jovem e outra mais velha, o domínio venha da pessoa mais experiente, independente do sexo.</p>
<p><strong>Mito 9:</strong> A cougar busca um parceiro mais jovem por causa do desempenho sexual.</p>
<p>Credo! Isso seria dizer que os homens mais velhos não &#8220;dão no couro&#8221;, o que não é verdade. Haja vista a quantidade de homens velhos casando com mulheres mais jovens e tendo filhos! O homem hoje conta ainda com remédios que garantem o desempenho sexual por mais tempo.</p>
<p>Quer dar certo com seu amor mais novo? Siga alguns conselhos simples, e seja feliz!</p>
<ul>
<li>Seja flexível: Como em toda a relação, independente da idade, as pessoas têm gostos diferentes. Não rotule como &#8220;coisa de criança&#8221; se ele gostar de esportes radicais ou de dançar até o nascer do sol. Fique aberta a experimentar, e proponha a ele experiências do seu mundo também.</li>
<li>Viva o momento: Não fique pensando em &#8220;como eu vou estar daqui a 10 anos&#8221;. Você vai estar mais velha, claro, e ele também. Se o relacionamento durar tanto tempo, é porque deu certo e uma ruguinha a mais ou a menos não vai fazer a menor diferença na vida de vocês.</li>
<li>Não tente mudar: Não vai fazer diferença você tentar se vestir como uma mocinha, falar mais gíria, ou ter um comportamento que você considere &#8220;mais jovem&#8221;. Vai passar vergonha, e não vai enganar ninguém.</li>
<li>O preconceito começa em você? Se você tem vergonha de namorar um homem mais jovem, melhor nem começar. Prepare-se para apresentá-lo com naturalidade aos seus amigos, família, filhos e colegas de trabalho.</li>
<li>Não mencione o tempo todo a diferença de idade: Em alguns momentos a diferença fica evidente, principalmente se for maior que 10 anos. Vocês terão vivido épocas diferentes, você era mocinha quando ele nasceu. Nada mais chato do que o papo &#8220;isso não é da sua época&#8221;.</li>
<li>Deixe ele fazer o papel de homem na relação: Não é só porque você é mais velha e mais experiente, que sabe tudo ou muito mais do que ele. Apesar de mais jovem, ele é um ser pensante. Deixe-o tomar as decisões. Seja &#8220;mulherzinha&#8221;!</li>
</ul>
<p>O relacionamento com um homem mais jovem pode ser delicioso e libertador. Aposte, sem neura!</p>
<p>Fonte:</p>
<p>Revista More – <a href="http://www.more.com.br/">www.more.com.br</a></p>
<p>Linda Franklin – www.realcougarwoman.com</p>
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		<title>Um par para a mulher da Nova Idade</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Aug 2010 21:09:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[É a pergunta do século, e precisávamos achar uma resposta. “Porque os homens de 40+ não se interessam por mulheres da mesma faixa etária?”
Achei interessante abordar o assunto na mesma edição em que falamos do mercado de trabalho, porque com certeza há alguma relação. Há bem pouco tempo, as mulheres com mais de 40 anos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cos-couple-kissing-mdn.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-384" title="cos-couple-kissing-mdn" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2010/08/cos-couple-kissing-mdn.jpg" alt="" width="150" height="200" /></a>É a pergunta do século, e precisávamos achar uma resposta. “Porque os homens de 40+ não se interessam por mulheres da mesma faixa etária?”<br />
Achei interessante abordar o assunto na mesma edição em que falamos do mercado de trabalho, porque com certeza há alguma relação. Há bem pouco tempo, as mulheres com mais de 40 anos ou eram casadas há séculos, ou pobres solteironas encalhadas. A mulher da Nova Idade, mais de 40, bonita, jovem, solteira e buscando um novo amor é “produto novo no mercado”. Talvez por isso nem o empregador (homem?) nem os homens disponíveis desta idade saibam lidar com isso.<br />
Fomos buscar a resposta ouvindo a mais fidedigna fonte de informação: homens a partir de 40 anos. Alguns casados há algum tempo com mulheres da mesma idade aventam a possibilidade de ser delírio, ou folclore. Não, não é. Uma amiga que namora homens bem mais jovens explica: “Eu não tenho preferência, eles sim. Em vez de ficar caçando homens da minha idade eme sentindo rejeitada, preferi aceitar a atenção que me davam os mais novos, o que ainda por cima faz um bem enorme ao ego”. É uma questão de oferta e demanda. Assim se formam os casais de mulheres já independentes com homem bem mais jovens.<br />
Liza Bentes, psicóloga de casais, explica que em todas as relações existe sempre um jogo de poder “benigno”, inclusive nas pessoais, e o mundo social é feito de líderes e liderados. Na formação de casais não seria diferente. O homem mais velho “manda”, sustenta e cuida da mulher mais jovem, que é delicada e dependente. “Para a maioria dos homens nascidos nos anos 60,  ter uma mulher forte e independente é humilhante, pois pressupõe – na percepção deles – que eles sobraria para eles o papel de fragilidade e dependência.”<br />
Alguns entrevistados contam suas experiências pessoais: Mario* (nome fictício), de 48 anos, diz que uma mulher madura demais “dá trabalho”, que quer fazer tudo do seu jeito, em vez de ser flexível. “A única mulher mais velha que eu namorei queria mandar em tudo, do filme que a gente ia ver ao restaurante. Ela dizia que não tinha chegado àquela idade para fazer coisas que a desagradavam. Era meio radical. E falando francamente, ela era muito bem sucedida e culta, e não me achava o máximo, como algumas mulheres mais novas que eu já namorei”.<br />
Alguns entrevistados comentam que as mulheres mais velhas estão mais aflitas para uma relação séria, e são meio sufocantes. “Cobram muita atenção, e a famosa ligação do dia seguinte. Não conseguem esperar a coisa caminhar, ou mesmo levar numa boa uma coisa passageira”. Tem a ver também com a idéia da mulher ser menos experiente. Grosseiramente falando, menos “rodada”, sem filhos, ou relações anteriores. E por fim, claro, a aparência física: “prefiro mulheres mais novas por serem mais jovens fisicamente, o que não significa obrigatoriamente mais bonitas”, esclarece Luis* (nome fictício), de 41 anos. “Me cuido muito fisicamente e vejo que as mulheres da minha idade ou não se preocupam com o corpo, ou exageram em plásticas, maquiagem, e outros artifícios. Acho que elas envelhecem mais rápido que nós, homens”. Por fim, eles contam que as mulheres mais jovens estão mais abertas à relacionamentos, mais expostas e são mais fáceis de encontrar. “Não tenho nada contra mulheres da minha idade. Mas as mulheres mais velhas que encontro na noite são periguetes, meio vulgares”, diz Antonio, de 46 anos. “As mulheres mais velhas bacanas devem estar casadas ou escondidas, não sei aonde. Não saem, são mais cuidadosas na aproximação, e ainda fazem jogo duro”.<br />
Um supersincero: Roberto, de 42, acha que muitos homens buscam um troféu. “Confesso que já caí nessa bobagem. Uma mulher mais nova funciona como um atestado de virilidade. Percebi o mico quando citei um filme que ela não poderia ter visto, porque não era nascida. Mas a verdade é que meus amigos me olhavam com inveja.”<br />
Em algumas coisas, vamos combinar, eles estão cobertos de razão. As mulheres 40+ em busca de um relacionamento, em linhas gerais, já têm filhos, já foram casadas, ou escolheram conscientemente não formar família. Se dedicaram ao estudo ou à carreira, e aos filhos que a estas alturas já estão crescidos, ou quase. Não vão à “balada” em busca de uma noite apenas, e infelizmente muitas vezes têm mesmo &#8220;pé atrás&#8221; com os homens. Há, infelizmente, as malucas e ansiosas e as que deixaram de se cuidar ao longo dos anos. Têm mesmo mais claro o que gostam e o que querem da vida, e menos vocação para Amélia, “a mulher de verdade” do samba.<br />
Aí eu pergunto: Você quer na sua vida um homem que escolhe mulher pela “embalagem”? Que manda e decide tudo sozinho? Ou prefere um cara que busca uma companheira nos bons e maus momentos? E se for mais jovem, qual o problema? Se mesmo assim, você busca um homem da mesma idade, não desanime. Há alguns por aí, em algum lugar!</p>
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		<title>Mães X 2</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Jan 2010 21:16:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
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Joanna Prado e Francisco
 
As vovós clássicas, que faziam tricô na cadeira de balanço, ficaram para trás. As vovós enxutas que curtem os netos, brincam, assistem Harry Potter, estão na ordem do dia. Sem perder o “açúcar”, as avós modernas estão mais antenadas, acompanhando o mundo, as novidades, e o pique dos netos.  Hoje em dia [...]]]></description>
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<p>Joanna Prado e Francisco</p>
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<p>As vovós clássicas, que faziam tricô na cadeira de balanço, ficaram para trás. As vovós enxutas que curtem os netos, brincam, assistem Harry Potter, estão na ordem do dia. Sem perder o “açúcar”, as avós modernas estão mais antenadas, acompanhando o mundo, as novidades, e o pique dos netos.  Hoje em dia também, o papel das avós vai além dos mimos: Muitas vezes estão ao lado e mesmo à frente da educação de seus netos, ajudando os filhos, com sua sabedoria, experiência e o sentimento maravilhoso de ver os frutos de seu fruto, a continuidade das gerações.</p>
<div id="attachment_224" class="wp-caption alignleft" style="width: 357px"><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2010/01/joanna-prado-e-neto-2.jpg"><img class="size-full wp-image-224 " title="joanna prado e neto 2" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2010/01/joanna-prado-e-neto-2.jpg" alt="Joanna Prado e Francisco" width="347" height="259" /></a><p class="wp-caption-text">Joanna Prado e Francisco</p></div>
<p>“Fui avó já com 54 anos, por isso a minha relação com meu neto Francisco é tão intensa”, conta Joanna Prado, jornalista. “Para minha felicidade, fico com ele todos os dias, pois minha filha trabalha fora. Gosto de ensinar coisas à ele, principalmente sobre música. E aprendo muito também, é uma geração bem diferente da dos meus filhos. Acho-os mais antenados e menos reprimidos. Me sinto a pessoa mais feliz do mundo por ser avó do Francisco, meu único neto que vale por 10!”.</p>
<div class="mceTemp">Rosane Leme é professora. Tem 48 anos, e foi avó antes de estar preparada. “minha filha engravidou com 19 anos, solteira, começando a faculdade. Foi uma correria, e muita preocupação para a vinda dos bebês não atrapalhar os estudos. “Nunca imaginei ser avó tão cedo, mas adoro”. Também fica com os netos, os gêmeos Grace e Luigi, de 8 anos, enquanto a filha trabalha.”Minha filha hoje é casada, mas mora bem perto, e sai tranqüila, sabendo que eles estão comigo. Na parte da manhã ajudo com os deveres até a hora da escola. Sentamos juntos na mesa da sala, eu com as provas para corrigir e eles com os cadernos, almoçamos juntos, e a gente se faz companhia. Brincar mesmo, curtir, só alguns fins de semana, quando escolhemos juntos um programa, de preferência cultural. Faço também com a Grace “programa de meninas”. Ela adora ir comigo ao salão de beleza.”<br />
Luciane Tramelli tem uma neta adolescente. “Como os adolescentes são diferentes hoje! Minha neta prefere ficar pendurada no MSN a sair na rua. Mas ser avó é muito mais divertido do que ser mãe. Eu sou a avó que deseduca mesmo. Na minha casa, desde pequena, Luiza come se quiser e dorme tarde. Mas ela nunca deixou de saber que na casa dos pais tinha limites. Essa é a graça de ser avó, bagunça total!”.<br />
Você sabia? Dia 26 de julho é o Dia dos Avós!</div>
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		<title>Bebê aos 40</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 13:17:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela</dc:creator>
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Mariana e Bruno

Desde que nascemos parece haver um chip implantado que diz: “temos que ser mães”. Não brincar de bonecas parece preocupante. Mesmo hoje em dia, há uma cobrança velada, principalmente dos nossos pais, que depois de terem nos educado, estão loucos para brincar com os netos. Mas a verdade é que filhos reduzem o [...]]]></description>
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<dl id="attachment_70" class="wp-caption alignleft" style="width: 158px; height: 161px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Mariana-e-Bruninho-peq.jpg"><img class="size-full wp-image-70" title="Mariana e Bruninho peq" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2009/09/Mariana-e-Bruninho-peq.jpg" alt="Mariana e Bruninho peq" width="148" height="163" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Mariana e Bruno</dd>
</dl>
<p>Desde que nascemos parece haver um chip implantado que diz: “temos que ser mães”. Não brincar de bonecas parece preocupante. Mesmo hoje em dia, há uma cobrança velada, principalmente dos nossos pais, que depois de terem nos educado, estão loucos para brincar com os netos. Mas a verdade é que filhos reduzem o ritmo profissional, e mesmo as que conciliam com sucesso maternidade com trabalho se dividem entre dois mundos, correndo para lá e para cá com uma pitada de culpa. E para não abrir mão da realização profissional, as mulheres estão, cada vez mais, adiando a decisão de ter filhos.<br />
Mariana Ochs, é designer gráfica e morou nos Estados Unidos por mais de 14 anos. “Queria um filho, mas não tinha definido quando. Não tinha encontrado a pessoa certa, e priorizei o trabalho. Abri minha empresa, morei fora, viajei bastante. Perto dos 40 conheci meu marido (o músico Gustavo Corsi) e decidi realizar meu sonho. Depois de algumas tentativas, soube que não conseguiria engravidar naturalmente, e decidimos tentar a fertilização in vitro. Perdi a gravidez duas vezes logo no início e já pensava em adotar quando, na última tentativa, consegui engravidar. Não é fácil administrar trabalho e bebê. Como esperei muito para tê-lo, quero <a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2009/09/maria-gus-e-bruninho-peq.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-114" title="maria, gus e bruninho peq" src="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2009/09/maria-gus-e-bruninho-peq.jpg" alt="maria, gus e bruninho peq" width="236" height="177" /></a><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2009/09/maria-gus-e-bruninho-peq.jpg"></a><a href="http://www.novaidade.com.br/wp-content/uploads/2009/09/maria-gus-e-bruninho-peq.jpg"></a>aproveitar ao máximo cada minuto. Nossa vida social diminuiu bastante, mas não sinto falta. Estou tranqüila com as minhas escolhas e com o que tive de abrir mão para ter meu filho Bruno, hoje com um ano. Não é cansativo, ao contrário: Ter filho com mais de 40 rejuvenesce. Mas as mulheres estão adiando a maternidade sem pensar que podem ter problemas para engravidar mais tarde. Esperar demais não é o mais indicado. O processo foi caro, cansativo e desgastante. Perder uma gravidez tão esperada, mesmo sabendo de todos os riscos, é muito sofrido. Adoro a maternidade, principalmente por ter a tranqüilidade de saber que fiz tudo o que gostaria de ter feito na vida antes de ter meu filho.”</div>
</div>
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